Oh, Destino cruel,
Por que tu me deixaste a amargura?
Tiraste do meu seio talvez o único remédio desta vida féu...
Quem sabe a resolva a doçura de um amor sem fim?
Que em exuberante contemplo se acabe o tédio...
Então chegaste,
Em mocidade,
Aproveitaste de minha ingenuidade
Um amor que nem bem surgiu e logo se fez ir
Por alguém que interferiu,
Coração parou de sorrir
E a paixão só permaneceu em mim...
Desilusão de um amor que não eras para ser meu...
Que nunca foras meu!

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